9/4/2007
Sou totalmente contra o aborto de anencéfalos, principalmente depois de ter lido pesquisas que demonstram a especificidade dos casos inclusive de alguns com poder de sucção, de observação das coisas ao seu redor, de respiração...e principalmente em relação as dúvidas que ainda se possui se este ser não possui sensações! Não se pode generalizar pegando-se um caso a aplicando a todos os outros. E, por fim, é certo que se Deus enviou essa vida para a mãe é pq este ser tem uma missão a cumprir, quanto ao sofrimento Deus NUNCA nos dá uma cruz maior do que possamos carregar, ELE sabe de nossas limitações, então se aquele ser veio para aquela família, ali DEUS tem um projeto a realizar, e o MAIS importante: ELE nos deu a vida então é o único QUE sabe o momento exato de tirá-la!!! NÃO BANALIZEMOS A VIDA QUE É UM DOM DE DEUS!!!
Fernanda Nathaly
Estudante de Direito
20/4/2007
Todas as questões que envolvem Bioética são sempre muito ricas e interessantes. Mas, geralmente, não levam ninguém a lugar concreto algum, além do crescimento pessoal, pois envolve questões muito pessoais como ética e moral. Tenho minha opinião pessoal mas, neste momento, quero apenas alertar àqueles que ainda não souberam que hoje, a Menina Marcela de Jesus completou 5 meses de vida. Já teve alta hopitalar, está em casa e passa bem. Ela é uma criança anencéfala.
Ticiana Rezende
Bióloga / Gerente de Qualidade / Área Hospitalar
30/4/2007
Bem em primeiro lugar é um pouco estranha a forma como tive conhecimento deste assunto, mas eu estava procurando mais informações sobre bebês com anencefalia, pois estava lendo sobre o caso do Arthur, um menino que nasceu com uma grave doença no coração e que precisava de um transplante com urgência. Mas para que isso ocorresse, lógico que algum bebê teria que deixar de viver. Isto é o que geralmente ocorre na primeiras horas de vida de um bebê sem cérebro e por isso as famílias que optam (ou não têm outra escolha) por ter os bebês são possíveis famílias a dar o consentimento para doação de orgãos do recém-nascido. Eu realmente acho que qualquer uma das opções que uma mãe pode decidir - ter ou não ter, interrompendo a gestação - são absolutamente dolorosas e devem ser avaliadas pela família, mas também acredito que se algumas famílias tivessem um apoio interdisciplinar que dessem o respaldo e a segurança necessária, muitos bebês nasceriam anencéfalos, porém com destino de salvar vidas. Seriam crianças destinadas a morrer, porém salvariam muitas outras que hoje morrem em decorrência da falta de informação. O vazio de muitas famílias que saem do hospital sem suas crianças poderia ser substituido pela esperança de ver outra criança se reerguer pelo ato da doação dos órgãos do bebê anencéfalo. E isso não diminuiria em nada o amor que foi dado à criança. Eu tenho filho e se tivesse o caso de um bebê sem cérebro eu doaria os seus órgãos e saberia que meu filho poderia salvar outras crianças e a construir uma nova realidade para famílias em desespero. Se alguém quiser conhecer a história do Arthur acesse: www.doeacao.com.br
Ana Ayala
Analista de Sistemas
16/5/2007
Sou mãe de um bebe anencéfalo e sei o que é passar uma dor e não poder fazer nada, não interrompi a gestação levei até o final. Era tão bom quando ela mexia dentro de mim é uma sensação tão gostosa, só tenho uma coisa a dizer "entregue nas mãos de deus porque só ele sabe o que faz", tenho 17 anos e sei o que é dor.
Rosangela M. de Souza
do lar
6/6/2007
Acredito piamente no seguinte: O direito da vida é uma conquista inquestionável do ser humano; há movimentos de defesa do mico leão dourado, da mata atlântica e ninguém se manifesta em favor da vida por comodismo ou por se achar no direito de tolher a vida de um ser que nem teve a chance de vir ao mundo quer por anencefalia ou outros erros de interpretação que uma ultrasson pode causar; aprovar e ser favorável a lei do aborto é o mesmo que querer sacrificar aquele bebê do interior de São Paulo que por cinco meses luta para dar exemplo de vida aos egoístas que querem por desculpas ou "esquemas politicos" saber mais que Deus.
José Bernardo
Técnico em Edificações
15/8/2007
Prezados leitores,
Primeiramente gostaria de salientar a minha opção pela Igreja Católica e sobre tudo minha opção pela preservação da vida.
Acredito que invariavelmente a vida pertença àquele que nos a concedeu, ou seja, à Deus. Desta maneira caberia unicamente à Ele, decidir pela nossa estadia ou não na vida, assim enquanto há vida , há esperança.
Pois existe muito mais entre o céu e a terra, que nossa filosofia possa compreender.
Conheço um caso de uma mulher que desesperadamente pediu autorização judicial para realizar o aborto de uma criança que segundo o médico (anencefálica) sobreviveria pouco menos do que 2 segundos, e hoje graças a sadia consciência desse juiz que indeferiu seu pedido está há poucos anos da idade adulta....
Eis os mistérios de nossa fé pela vida.
Atenciosamente,
Karen Tuboly
Estudante de Direito/Estagiária
18/8/2007
Hoje no velório de uma senhora alguém disse que a morte é companheira inseparável da vida, e que começamos a morrer no momento do nascimento. Refleti então:
Alguns dizem esta (Anencefálica) não viverá mais que duas horas, outros que no máximo 1 dia, outros uma semana.
Posso ver que muitos destes já se foram e aquela que julgavam não sobreviver, já completou 9 meses de vida dia 20 de agosto.
Quem pode definir o dia da morte, jamais poderá ser a mãe. Só Deus dá a vida e a ele pertence. Se Ele quizer, "Marcela de Jesus Ferreira" de Patrocício Paulista, viverá mais que todos nós.
Não ao Aborto, sim pela Vida.
Calmon Borges
Engenheiro Civil
29/8/2007
Devemos observar varios requisitos antes de aceitamos sim ou nao o aborto nesses casos, vivemos em um pais em que as pessoas morrem por dengue autorizar o aborto de fetos com anencefalia seria o mesmo que autorizar o homicidio, a medicina nao tem plena certeza de seus diagnosticos onde varias vezes dizem que a criança nao tera muito tempo de vida mais a muitas ainda com vida.
No passado seria viver ou morrer e agora como seria?
Vanessa Madeira
Estudante de direito
15/1/2008
Eu estou passando por esse problema, é meu primeiro filho estou sofrendo muito, mas eu tenho fé em um Deus vivo, um Deus de milagres, aquele que morreu na cruz para nos salvar, nele tudo eu posso e vou até o fim.
Layane Rodrigues da Silva
Estudante
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