Não é uma questão simples e de fato isso implica relacionar uma série de questões, como por exemplo, características que me distinguem e me fazem ser quem eu sou.
Alguns que me conhecem pouco, eu diria muito pouco, alegam que eu “sou radical” e não entendam ai “radical” como um aspecto positivo da minha personalidade ou porque gosto de esportes insanos. Essa adjetivo (perjorativo) advém do fato de me manter firme em minhas convicções, mesmo quando as pessoas tentam me modificar ou me convencer para que eu mude de atitude ou opinião.
Por isso diria que uma das coisas que fazem eu ser quem sou é a minha sinceridade e firmeza de caráter e gostaria que as pessoas pudessem me ver assim, exatamente como eu sou, nem tão boa quanto eu penso que sou nem tão ruim como eles acham que eu sou.
Pode ser que eu expresse mal as minhas diferentes facetas e por isso talvez as pessoas não me conheçam muito bem. Posso ser muito hiperativa quando estou tensa e preocupada; talvez me mostrar irritada quando sou contrariada ou incompreendida; ou ser benevolente demais com aqueles que eu amo; fico sempre muito alegre quando estou entre familiares e amigos e tenho uma tendência para workalcoolic que às vezes é irritante. Não mudo de opinião com facilidade principalmente quando o assunto são minhas concepções morais e éticas. Sou uma cristão fervorosa, estou no caminho ativo há pouco tempo mas costumo dizer que eu “sempre estive muito próxima do caminho” devido às minhas ações em benefício do próximo de sempre colocar o outro em primeiro lugar – embora haja controvérsias: tem gente que diz que não, que eu sou egoísta. Mas quer saber? Eu não acho. Sou franca, leal, parceira, amiga, guerreira, detesto falsidade, falta de ética, desonestidade. Acho que o comportamento amoral é passível de tolerância, mas a imoralidade é demoníaca. Brigo até a morte pelo meu direito de ser como sou.
Faço minhas as palavras do genial educador Paulo Freire em bate papo patrocinado pela Nova Escola com o também educador Moacir Gadotti , para explicar as minhas esperanças em dias melhores para a minha vida:
“Eu não posso desistir da esperança porque eu sei, primeiro, que ela é ontológica. Eu sei que não posso continuar sendo humano se eu faço desaparecer de mim a esperança e a briga por ela. A esperança não é uma doação. Ela faz parte de mim como o ar que respiro. Se não houver ar, eu morro. Se não houver esperança, não tem por que continuar o histórico. A esperança é a história, entende? No momento em que você definitivamente perde a esperança, você cai no imobilismo. E aí você é tão jabuticabeira quanto a jabuticabeira.” http://pensadoresdaeducacaoana.blogspot.com/2007/09/ns-podemos-reinventar-o-mundo.html
Pronto, firme e direto. Amei!
Me re-inventar é um tanto quanto difícil, então eu vou me modificando.
Tenho me modificado pela Fé em Jesus Cristo e em seus ensinamentos de Paz e fraternidade, solidariedade e misericórdia, transformando, diariamente, a minha vida e as minhas prioridades através do milagre da ressurreição, me tornando uma pessoa nova a cada dia pelo amor incondicional de Deus por mim e pela humanidade.
Mas quem exatamente eu pretendo ser de agora em diante?
Acho que ser exatamente quem eu sou. Eu gosto do que e de quem eu sou.
Se eu tiver que fazer alguma coisa tem que ser alguma coisa apaixonante, algo que eu ame muito e uma dessas coisas é ter liberdade para estar com a minha familia e viajar, ou seja, gastar meu tempo com mais sabedoria.
by maluforever
vulgo: gatarussa
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