Hoje é o dia, o dia da libertação.
Enquanto Pedro estava preso, a igreja se reunia para orar por ele.
“Levanta-te depressa! As correntes caíram-lhe das mãos” (At 12,7). E o anjo enviado pelo Senhor libertou Pedro do cativeiro.
Isso nos mostra que é assim que se comporta a verdadeira igreja e os verdadeiros cristãos. Quando estamos em dificuldade, crises, doenças, nos voltamos a Deus em oração.
“Senhor, a te clamei e me curaste. Senhor tu me fizeste voltar do abismo” (Sl 30,3)
Aquele infeliz clamou ao Senhor e foi ouvido; o Senhor o libertou de toda a angústia.
É com oração e louvor que devemos tentar reconstruir com nossas famílias, com as pessoas que convivem conosco, a igreja primitiva; essa oração agrada a Deus. A posição de Pedro e Paulo é de pilares da igreja, embora sejam tão diferentes um do outro: Paulo é o grande apóstolo da comunicação, da difusão da Palavra de Deus. Pedro, o Chefe da Igreja, o Pastor das ovelhas de Jesus; dEle recebeu a incumbência, sobre Pedro a igreja de Cristo seria edificada e “as forças do inferno não poderão vencê-la” – essa foi a Palavra do Senhor. A Pedro foi entregue a chave dos Reinos do céu e a responsabilidade maior: “tudo o que ligares na Terra será ligado no céu, tudo que desligares na Terra será desligado no céu”.
“Quanto a mim, já estou para ser derramado em sacrifício; aproxima-se o momento da minha partida. Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. Agora, esta reservada para mim a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que esperam com amor a sua manifestação gloriosa. Mas o Senhor esteve a meu lado e me deu forças, ele fez com que a mensagem fosse anunciada por mim integralmente e ouvida por todas as nações; e eu fui libertado da boca do leão. O Senhor me libertará de todo o mal e me salvará para o seu reino celeste. A ele a glória pelos séculos dos séculos. Amém!” (2Tm, 4,6-8.17-18)
Quem nos separará do amor de Cristo? Se Ele é por nós, quem será contra nós? Quem nos separará do amor de Cristo?
Nem a espada ou o perigo, nem os erros do meu irmão, nenhuma das criaturas, nem a condenação.
Nem a vida, nem a morte, a tristeza ou aflição. Nem o passado, nem o presente, o futuro, nem opressão.
Nem as alturas, nem os abismos, nem tampouco a perseguição. Nem a angústia, a dor ou a fome, nem a tribulação. (CD festas litúrgicas)
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