quinta-feira, 17 de junho de 2010

OEA-Estratégia e pressões de lobby homossexual na 40ª assembléia

Não posso dizer que sou a favor dessa idéia geral de que existe um direito de "opção sexual" definido pelo homem, nem posso também declarar que aceito a afirmação de que as pessoas que nascem com "problemas hormonais" devem aceitar essa condição e pronto.

A verdade é que, quem vive em Jesus, sabe que essa não foi a opção do Pai ao nos criar, tendo que em vista que ele criou o "homem e a mulher" e disse-lhes: "crescei e multiplicai-vos", " deixa, então, seu pai e sua mãe, e serão o homem+mulher uma só carne".


Aliás o ato sexual entre pessoas do mesmo sexo é completamente abominado por Deus:

"Por isso Deus os entregou, dominados pelas paixões de seus corações, a tal impureza que eles desonram seus próprios corpos."
"Trocaram a verdade de Deus pela falsidade, cultuando e servindo a criatura em lugar do Criador, que é bendito para sempre, Amém."
"Por tudo isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: tanto as mulheres substituíram a relação natural por uma relação antinatural,"
"como também os homens abandonaram a relação sexual com a mulher e arderam de paixão uns pelos outros, praticando a torpeza homem com homem e recebendo em si mesmos a devida paga por seus desvios" (Romanos 1:24-27)
e, ainda, em 1Coríntios 6:9-11:
"Porventura ignorai que os injustos não terão parte no reino de Deus? Não vos iludais: nem os libertinos, os idólatras, os adúlteros, os efeminados, os sodomitas,
"nem os ladrões, os gananciosos, beberrões, maldizentes, estelionatários, ninguém desses terá parte no reino de Deus."
E alguns de vós éreis isso! Mas fostes santificados, fostes justificados pelo nome do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito de nosso Deus".

Portanto, os cristãos não podem permanecer nessa prática, devem lutar contra os desejos pecaminosos, pois mesmo aqueles que pecaram podem ter suas vidas transformadas por Cristo.

Aceitar essa "imposição" de uma minoria seria renegar tudo o que aprendi e aprendo todos os dias diante da Palavra de Deus.

Mas, aprendi a "respeitar" o próximo, aprendi que não devo "julgar" pois essa tarefa cabe a Deus e somente a ele julgar e condenar; aprendi que perdoar é sempre o ato misericordioso de Deus. Mas, também aprendi, que para ser perdoado dos meus pecados "devo", "preciso me comprometer", a não mais cometer aquele específico pecado, uma vez que a justificação por Cristo nos obriga a não mais pecar - esse é o espírito do propósito de Deus para os seus filhos. O s critãos que persistirem nesses pecados não terão acesso ao reino de Deus; precisam reavaliar suas vidas, se certificarem de que realmente acreditam em Deus - e se acreditam, devem viver de acordo com a Sua Palavra.


No mundo permissivo em que vivemos atualmente, é muito fácil tolerar alguns pecados enquanto se criticam outros. Não se pode ser seletivo entre o certo e o errado, entre o bem e o mal, sob a falsa ilusão de que Jesus Cristo nos libertou de todos os nossos pecados e assim temos completa liberdade para vivermos como quizermos, pois embora tenhamos o livre arbitrio, Ele não nos libertou para continuarmos no pecado, fazendo o que nós sabemos ser errado; algumas ações podem não ser erradas em si, mas se prejudicam ao outro já é pecado. Se cometemos pecados com o nosso corpo, prejudicamos nossa alma e vice-versa e nosso corpo pertence a Deus; quando nos tornamos cristãos o Espírito Santo passa a viver em nós. Fomos comprados a preço de sangue - o sangue de Jesus, não podemos, portanto, fazer do corpo o que desejarmos. Jesus veio nos trazer a cura física e espiritual, fomos libertos do pecado para serví-lo e isso significa servir aos propósitos de Deus; nossos pecados foram lavados pelo sangue de Cristo para sermos santificados e reconciliados com Deus.

Então, que me perdoem aqueles que não procuram a Jesus como seu único Salvador e caem na ignorância de acreditar que "está certo" porque agora "é assim mesmo". Não é, nunca foi e nunca será "assim mesmo". Jesus morreu por nós na cruz, para nos salvar; para que entendessemos a palavra de vida eterna que veio para nos dar; assumiu para si todos os nossos erros para que nos tornassermos, a partir de então, novos homens e novas mulheres. E é esse novo homem e nova mulher que estamos nos tornando?


Precisamos honrar o sangue e a água que jorraram de Jesus Cristo na cruz. Precisamos retomar os valores cristãos que sempre permeou a nossa sociedade.

Precisamos nos comprometer a mudar, a quebrar esses paradigmas da sociedade mundana, nos voltar para o Senhor, suplicar a nossa Mãe Maria que interceda por nós junto ao seu filho Jesus Cristo, para que possamos nos salvar e seguir como apóstolos de Jesus numa caminhada de misericórdia, por aqueles que continuam cegos e continuam o seu caminho de iniquidades.

Precisamos pensar que futuro estamos legando aos nossos descendentes. Precisamos olhar para dentro de nós mesmos, sejam quais forem as nossas faltas e nos perguntar: É assim que eu quero ser lembrado? É essa a vida que eu quero legar aos meus filhos, netos, bisnetos, tataranetos.....?

Que Deus ilumine, derrame o seu Espírito Santo, sobre todo aquele que não crê, para que ele, crendo, passe a viver como Jesus viveu, a amar seu próximo como Jesus amou - amor de entranhas de mãe. E assim amando, mude todo o seu comportamento, se torne um homem e uma mulher novos, para que as gerações que ainda virão depois de nós possam ter futuro.

Segue texto escrito por Carlos Pólo, diretor do PRI e publicado na net por www.accidigital.com em 15/06/2010 sobre a 40ª-

Que Deus tenha misericórdia de todos nós e, principalmente das futuras gerações; que aceite a intercessão de Jesus e salve toda alma que vagueia nesse mundo de trevas; que o Senhor nos livre de todo o mal. Amém.
Lima, 16 Jun. 10 / 03:25 pm (ACI).- Em um artigo escrito depois da 40ª assembléia geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) realizada entre os dias 6 e 8 de junho nesta capital, o Diretor do Escritório para a América Latina do Population Research Institute (PRI), Carlos Pólo, revelou a estratégia e as pressões do lobby homossexual que busca impor na América Latina a ideologia de gênero e a homossexualidade.

No texto titulado "OEA: Venda e compra de lobbies ao melhor leiloeiro", Pólo assinala que a assembléia esteve longe de coordenar medidas para enfrentar os desafios da região e em troca "voltamos a presenciar não só os velhos usos da imposição política do mais forte sobre o mais fraco. Além disso nesta oportunidade, fomos testemunhas da penetração do marketing de insólitos lobbies que compram e obtêm exposição pública à custa de relegar as verdadeiras urgências do desenvolvimento econômico e social".

A estratégia

Ao falar logo depois da estratégia, posta em prática também nesta assembléia, do lobby homossexual ou LGBT, Carlos Pólo precisa que "juridicamente, os conceitos de ‘orientação sexual’ e ‘identidade de gênero’ não estão incluídos no marco legal da maioria de países da região. Naqueles poucos onde estão logo que mencionados (como é o caso do Equador ou do México), os conceitos não foram precisados e estão gerando contradições com outras normas".

"A não definição é uma estratégia, não é casualidade. O lobby LGTB se vende fazendo-se de vítima. Para tal efeito criaram o conceito de homofobia contra o qual combatem e buscam neutralizar qualquer oposição", alertou.

"Efetivamente as pessoas homossexuais têm os mesmos direitos humanos como qualquer outra pessoa. Isso eles sabem e não é isso o que lhes interessa. Sua meta é impor a homossexualidade, e sabem que para obtê-lo devem afundar-nos em uma cultura da ambigüidade sexual", continua.
Ante este panorama, explica o Diretor do PRI para a América Latina, é necessário saber o que o mesmo lobby diz destes conceitos, definidos em Yogyakarta, Indonésia, em novembro de 2006, onde 29 "peritos" precisaram ambas as definições:

"A orientação sexual se refere à capacidade de cada pessoa de sentir uma profunda atração emocional, afetiva e sexual por pessoas de um gênero diferente ao dele, ou de seu mesmo gênero, ou de mais de um gênero, assim como à capacidade manter relações íntimas e sexuais com estas pessoas", enquanto que a "identidade de gênero se refere à vivência interna e individual do gênero tal como cada pessoa a sente profundamente, a qual poderia corresponder ou não com o sexo atribuído ao momento do nascimento, incluindo a vivência pessoal do corpo (que poderia envolver a modificação da aparência ou a função corporal através dos meios médicos, cirúrgicos ou de outra índole, sempre que a mesma seja livremente escolhida) e outras expressões de gênero, incluindo a vestimenta, o modo de falar e as maneiras".

Ante estas definições, Pólo questiona: "Quanta popularidade restaria logo depois desta carta de apresentação?"

As pressões na assembléia da OEA

Pólo explica logo as pressões que pôde apreciar na 40° assembléia da OEA, onde os promotores do lobby homossexual "viam com agrado a participação de Hillary Clinton, campeã na promoção dos direitos sexuais e reprodutivos, incluindo o aborto. Inclusive nas sessões de diálogo privado realizadas na segunda-feira ao interior do evento, a ‘orientação sexual e a identidade de gênero’ tinham sido expostas e reclamadas com caráter de urgente aprovação".

Carlos Pólo precisa que "a jogada chave do lobby LGTB era o projeto de Resolução já pré-aprovado no Conselho Permanente da OEA (leia-se José Miguel Insulza e seus amigos próximos em Washington). Dita resolução formou parte de um extenso pacote de resoluções, declarações e outros temas a serem discutidos cuja lista distribuída entre os participantes da Assembléia Geral chegou a ter 105 itens".

"Sendo humanamente impossível ter tempo para sequer expor seriamente cada um destes assuntos, a aprovação de um extenso pacote de projetos de resolução por parte da Assembléia Geral se converteu em um formalismo histriônico, um procedimento administrativo vertical sem possibilidade alguma de questionamentos", prossegue.

Pólo assinala que "inclusive a Comissão Geral se reuniu privadamente e resolveu tudo antes do almoço do 8 de junho, último dia do evento. Na mesma tarde, a Comissão Geral informou à Assembléia Geral sobre as três declarações e as 86 resoluções propostas a esta, a que se limitou a aprová-los". Entretanto, mais de um expressou seu rechaço à resolução sobre o assunto da identidade de gênero.

Pólo termina a análise com este comentário: "nos perguntamos se será importante a OEA para nossos governos depois de tudo? Ou ela somente é o modus vivendi de uma elite de burocratas que necessitam destas reuniões além de sua efetividade real?", concluiu.



Fico sempre horrorizada com a capacidade do ser humano de "banalizar" a realidade em benefício próprio.

Postado pro malu@forever - vulgo gatarussa

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